
Uma recente matéria da Business Week falou da Geração Y (Gen Y) como jovens sem solução.
Uma grande parcela da população que tem corrido atrás de oportunidades mal remuneradas, tem se mudado para o campo para conseguir ter um cubículo para chamar de casa.
Em setembro deste ano, apenas 46% das pessoas entre 16 e 24 anos tinham emprego.
Mas, então… onde vai parar a Geração Y?
Escola
A Gen Y deve voltar pra escola. Aprender um pouco mais e parecer um pouco mais experiente para um trabalho. As opções variam desde uma pós-graduação até alguma especialização em técnica.
Apesar desta opção parecer um caminho para se afundar um pouco mais em dívidas, por outro lado, a médio prazo, ela pode ser a solução para se encontrar um trabalho bacana e com o qual você se identifique de verdade.
Empreendedorismo
Os jovens desta geração tem optado por abrir seu próprio negócio.
A Gen Y está batendo recordes de empreendedorismo. Donna Fenn, autora de “Upstarts” entrevistou 150 empreendedores Geração Y e ficou maravilhada com os diferenciais de crescimento, maturidade e liderança desses jovens donos de empresas. Ela mencionou que muitas dessas novas empresas têm mais visão de mercado, foco no consumidor e criatividade nos negócios do que muitas grandes empresas já estabelecidas.
Levantando as pedras
Dando uma olhada no Brazen Carrerist (ou nos sites brasileiros de vagas e oportunidades de emprego) dá pra estimar que mais da metade dos cadastrados atuam também como freelancers ou consultores. Estas mesmas pessoas trabalham full time, mas estão buscando novas oportunidades e tentando construir suas marcas pessoais, o que vai permitir que eles escolham trabalhar sob seus valores e em empresas nas quais confiem, ou então que partam para carreira solo.
Na matéria da Business Week, os jovens da Geração Y são ilustrados como vítimas de um mundo com altos índices de desemprego, como desempregados e coitados. Seria melhor chamá-los de “desmotivados”. Há trabalho. Há oportunidades. Mas precisam levantar as pedras para olhar o que tem embaixo delas.
O importante aqui é enfatizar que os “fazedores”, não os apenas “faladores”, têm se destacado e há milhares de jovens Gen Y entre estes destaques.
Basta aguçar a percepção e parar de encarar a Gen Y como a “geração perdida”.
livre tradução do texto original em inglês






































































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